Estado acusado de promover precariedade no handling do Aeroporto de Faro

in Público, 21.02.2011 – 10:17 Por Paulo Miguel Madeira

“Os Precários Inflexíveis acusam Estado de estar a promover a precariedade laboral, por ter uma empresa a contratar trabalhadores temporários para funções abandonadas por outra empresa pública no Aeroporto de Faro.”

Por outro lado “A partir da próxima semana, a Groundforce (detida em 49,9 por cento pela TAP) deixa de operar no aeroporto de Faro, depois de ter anunciado, em Novembro, a suspensão da actividade para reduzir os prejuízos”.

Parece que, presumivelmente, o trabalho temporário será para cobrir a altura da época alta para na época baixa dispensar a malta toda. Pela lógica da batata diria que é mais barato despedir os trabalhadores da groundforce (sindicalizados? e “menos precários”) e formar novos “precários”. Não há trabalho não há emprego.

Concordando com a necessidade de rever e repensar as situações que impedem as pessoas de terem uma vida digna de procura por uma vida melhor gostava só de ressalvar uma questão: quantas empresas públicas tem de dar prejuízo até que isto vá tudo abaixo? podemos continuar com prejuízos em todas as empresas de transportes públicos? quem paga? Herr Merkel já está farta e já começa a pancada nas eleições regionais.

O tacho já não tem nada, mas ainda se pode pedir caldo emprestado.

http://publico.pt/1481311

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